terça-feira, 28 de junho de 2011

Supra sumo

Amo música! Principalmente a nacional, porque compreendo as letras. E algumas me tocam profundamente.

Adoro receber elogios. E confesso que ultimamente eles têm vindo a contento.

Cafuné? Nem se fala! É gostoso demais um carinho descompromissado e preguiçoso...

Muitas coisas me deixam extremamente satisfeita e feliz. Entretanto, nada se compara ao som sublime de um "mamãe" proferido pelo meu filho. É uma sensação inenarrável aquela vozinha melodiosa e arrastada chamando por "maaamãããee" pela casa adentro. É algo tão puro, ingênuo, cândido... É de uma dependência e um vínculo tão grandioso que eu sinto como se ele fosse uma extensão do meu próprio ser, que tem vida própria e chama por mim.

Há momentos que ele não se cansa de pronunciar mamãe e eu não me canso de responder:
-Mamãe?
-Oi, filho!
-Mamãe...
-Fala, meu amor...
-Maaamãããee...
-Tô aqui, vida...
-Mamãe!
-Mamãe sou eu. Pode falar...
-Mamãeee!
-Sim, coração...

E por aí vamos até um de nós se cansar das juras de amor... Para dali a alguns minutos recomeçar...


Obs.: No post Não é o papai eu dizia como ele se recusava a me chamar. Crianças mudam também. São como adultos, só que em miniatura.

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