domingo, 9 de setembro de 2012

Justiça seja feita

Eu não sou uma pessoa desenvolvida espiritualmente. O meu espírito não é evoluído. E eu não sou uma pessoa cem por cento boa e caridosa. Confesso que me empenho em ser, entretanto, nem sempre consigo. Dificilmente faço coisas ruins, mas pensá-las... ah, isso eu faço sempre! Não sou muito vingativa, contudo me regozijo quando vejo aquele meu desafeto se dar mal. Como já disse, não provoco o mal, mas fico feliz quando voa merda no ventilador daquele filho-da-puta que algum dia me sacaneou. Chamo isso de "justiça divina".

Só comecei a escrever este texto porque estava aqui me recordando de um sonho que tive essa noite. No meu sonho o Adolfo (nome fictício) se fudeu - literalmente. Nem sempre foder é ruim, mas no caso dele, foi. Uma fodida das trevas. Jesus! Mas o que esse tal Adolfo te fez, Ana?! Não posso contar. Infelizmente não posso contar o santo, não posso contar o milagre e nem a projeção da "justiça divina" que aconteceu em meu sonho. O que eu posso dizer é que acordei hoje com um tênue sorriso nos lábios, uma leve satisfação de que, ao menos por alguns minutos, eu vi o Adolfo se estrepar.

Véi! Mas eu não faço isso com qualquer um, não! Não é qualquer pessoa quem tem a honra de receber as minhas poucas vibes negativas, viu? Se fosse um chapa meu, ou um passante qualquer, ou o carinha que vende doce na esquina, eu teria ajudado... Porém, era o Adolfo...

Um comentário:

  1. Pareço legal (Ok, não pareço), mas também fico muito feliz quando voa merda no ventilador daquele filho-da-puta que algum dia me sacaneou.

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